DERROTA. Desfalcado, CAP perde em Uberlândia, mas não muda posição na tabela

 Time sentiu a falta de titulares; mal tratada no estádio, torcida patrocinense protesta

 Fotos: Rede Hoje

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No único gol do Uberlândia, outra falha da defesa 


Luiz Antônio Costa | Rede Hoje


Na 9a rodada do Campeonato Mineiro, o Clube Atlético Patrocinense(CAP) tentou manter a boa fase neste domingo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia, mas acabou derrotado, por 1 a 0 pelo Uberlândia.

 

O CAP volta a campo na próxima quarta-feira, em Varginha, para enfrentar o Boa Esporte, que perdeu para o Tupi, em Juiz de Fora, na tarde de ontem.

A partida está marcada para 20 h no estádio Dilzon Melo. Já o Uberlândia enfrenta o Atlético na próxima quinta-feira, às 19h30, em Uberlândia.

 

 O jogo foi apenas razoável. O CAP teve boas chances no primeiro tempo, principalmente por jogadas de Marcelo Regis, buscando Ademir em duas oportunidades. O time sentiu, principalmente, a ausência de Mário César e do lateral esquerdo Danilo Tarracha.

 

O gol da vitória do Periquito saiu aos quinze minutos do primeiro tempo, numa bela jogada pela esquerda através do lateral Rogério. Ademir titubeou na marcação e Rogério cruzou com perfeição. A bola passou por toda a pequena área – falha do goleiro Negueti - e foi encontrar, no segundo pau, o artilheiro do Uberlândia, Alê, que fez o gol de cabeça.

 

No segundo tempo, depois dos 40 minutos. A pressão do CAP foi muito forte, mas o goleiro Roni apareceu com duas defesas fantásticas. Mas, mesmo com a derrota, o CAP permanece em quinto na tabela de classificação.

 

O publico foi também razoável: 2.649 pagantes, com a torcida Grená tendo 520 pessoas, segundo os controladores das catracas do portão 9, por onde entrou a torcida patrocinense. A renda total R$39.645,00.

 

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Foram 520 os patrocinenses que comapreceram e reclamaram muito do despreparo e falta de educação dos porteiros do portão nove

 

Torcida reclama. Os patrocinenses reclamaram muito do despreparo e falta de educação dos porteiros do portão nove. Além de muita gente ter conseguido entrar no estádio depois do jogo iniciado, os porteiros não aceitaram carteira de alguns estudantes patrocinense. Victor Nogueira, por exemplo, teve que comprar ingresso de inteira, porque o porteiro alegou que sua identidade estudantil era falsa. Além de outros problemas que os patrocinenses reclamaram, como banheiros sujos, por exemplo. O CAP tem a obrigação de cobrar do Uberlândia o porque desse tratamento dispensado à torcida grená.


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